Saberes del Teatrar y del Expectateatrar Desde una Filosofía de la Praxis Escénica
Resumo
Em Medio siglo de farándula (1930), como artista-pesquisador, José J. Podestá reivindica um conhecimento do evento teatral, uma filosofia da práxis cênica (em termos da Filosofia do Teatro, Dubatti, 2020). Em dois capítulos notáveis de suas memórias: “Analfabetos... pruebistas...” (Podestá, 1930, p. 145) e “De los autores” (p. 146-151), ele argumenta a existência de um conhecimento específico a partir de uma razão da práxis cênica e que a literatura dramática deve ser lida a partir do conhecimento do evento teatral e, mais especificamente, levando em conta o público. Em suas múltiplas funções como criador de teatro (diretor de uma companhia, produtor-empresário, programador, ator, diretor, espectador, artista-pesquisador), Podestá afirma que, ao contrário dos autores, ele lê o texto dramático pré-cênico do ponto de vista da expectativa. A partir de sua vasta experiência teatral, ele contrasta a concepção implícita do espectador (gerada pelo texto dramático e sua poética) e o conhecimento empírico dos espectadores reais (Dubatti, 2023a). Podestá lê como um espectador, ele se coloca no lugar da plateia. Ele se defende contra o depreciacionismo teatral (Dubatti, 2024a) do início do século XX e vincula a falta de conhecimento específico do evento teatral por parte de escritores e intelectuais à corrente depreciacionista. Em termos teóricos, utilizamos a Filosofia do Teatro para uma epistemologia do evento teatral e a distinção entre espectador implícito e real, bem como a noção de criação-pesquisa e filosofia da práxis artística, a partir das afirmações de Maurício Kartun (2015) sobre “o teatro sabe” e “o teatro teatra”.Downloads
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