Teatro e Artivismo Indígena de Jaider Esbell Para Uma Educação Decolonial
Resumo
Este artigo busca refletir sobre o artivismo de Jaider Esbell como inspiração para uma metodologia de ensino de teatro baseados nos estudos sobre decolonialidade. A partir da necessidade de romper com epistemologias eurocêntricas e valorizar os saberes indígenas, propõe-se a utilização do teatro como prática pedagógica que fomente o pensamento crítico, a desconstrução de estereótipos e a construção de um ambiente educativo intercultural. O objetivo da pesquisa é realizar uma provocação a partir das obras e da atuação de Esbell, em que o teatro passa a ser um espaço de resistência, permitindo que estudantes vivam a cosmovisão indígena e se engajem em processos de criação artística alinhados à educação antirracista e decolonial. Como metodologia, usamos a pesquisa bibliográfica e documental, dialogando com a Lei 11.645/08, a Base Nacional Comum Curricular, e com os desafios de sua implementação, destacando o ensino do teatro na superação dessas limitações e na promoção de uma educação mais justa e plural. Como resultado, percebemos que o artivismo indígena, entendido como a interseção entre Arte e Ativismo, se apresenta como uma abordagem potente para transformar o ensino, romper estereótipos, promovendo a afirmação identitária e o enfrentamento ao racismo estrutural. PALAVAS-CHAVE: Artivismo Indígena. Educação Decolonial. Teatro.Downloads
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